Trabalho 3º Trimestre:
Educação Física e Mídia.
Entrega 19/11/2013 (data limite)
Fazer pesquisa referente ao assunto, dados de identificação, introdução, desenvolvimento e conclusão, postar nos comentários.
Valor do Trabalho: 3.0 ( não dispensados)
10.0 ( dispensados)
ResponderExcluirDados de identificação
Escola Estadual de Ensino Médio Dr. Hildebrando Westphalen
Componentes: Isadora Barreiro de moura
Série: 3º Turma: 1
Professor: Niki
Disciplina: Educação Fisica
Data de entrega: 14/11/13
Introdução
A escola contemporânea sofre de diversos problemas ligados a sua prática pedagógica. Despreparos entre professores e olhares passivos a saberes significativos contribuem para uma falsa compreensão da realidade social.
A mídia, como fenômeno importante na cultura entre os jovens, ganha uma forte influência no campo pedagógico, tornando-se uma grande problemática para Educação, em especial para a Educação Física. Sendo de grande importância à mídia no mundo atual, torna-se evidente sua influência no âmbito da cultura corporal de movimento, sugerindo diversas práticas corporais, reproduzindo-as, mas também as transformando e constituindo novos modelos de consumo
Vivemos num mundo bombardeado de informações, onde a cada momento, milhares de imagens, palavras e sons produzidos pelas mídias integram-se no nosso dia a dia. A influência que a mídia exerce sobre os saberes dos jovens, obriga a escola buscar novas estratégias e novos olhares para tal prática, atendendo as demandas futuras, tendo de crescer em número e em complexidade.
Assim, a mídia esportiva torna-se conteúdo da educação física escolar, a qual deve tematizar o conteúdo, contextualizando, criticando e avaliando os meios e instrumentos da mídia esportiva e seu impacto no ser humano, a fim de formar o receptor-sujeito e, conseqüentemente, o cidadão crítico.
Muitas vezes, os profissionais que trabalham com o ensino negligenciam a forte influência que a mídia pode exercer no educando por meio de contínuos e variados modismos. Na área de Educação Física, esse poder é mais acentuado, pois os esportes foram transformados em grandes espetáculos; os clubes e selecionados, em grandes marcas; e os atletas, em “estrelas” com alto potencial para a venda de produtos esportivos. Um exemplo típico é o número de empresas que procuram fazer sua publicidade através dos jogadores de futebol, voleibol, basquetebol, etc., de acordo com a popularidade que esses esportes têm nos diferentes países em que são praticados.
Com a existência de casos tão variados, o professor não deve ignorar a constante influência que a mídia exerce sobre os alunos. A melhor forma de trabalhá-la é conduzir o estudante, através do debate, a entender que a mídia lança modismos que nem sempre devem ser incorporados pelo repertório dos educandos e que a concepção estética é baseada na auto-estima, ou seja, o conceito de beleza depende mais do autoconhecimento e da aceitação de si mesmo do que de medidas definidas pelos meios de comunicação.
Conclusão
Ao longo do estudo, confrontos de idéias surgem em torno da influência que a mídia exerce sobre os saberes dos jovens. Porém todos concordam que a mídia deve ser dialogada e trabalhada no âmbito escolar, já que a escola detém ou deveria deter os profissionais adequados a desenvolver esse trabalho.
Contudo, sabe-se da necessidade de atualização e de novas propostas que possam desenvolver um trabalho crítico/reflexivo/autônomo em relação aos conteúdos midiáticos. Cabendo a Educação Física escolar, com pleno conhecimento sobre a cultural corporal de movimento, objetivar a integração do educando, concebido como uma totalidade humana, com suas dimensões, físico-motora, sócio-afetiva e cognitiva, na busca de formar o receptor-sujeito. Promovendo a retomada de uma formação cultural esportiva autônoma em relação a industria midiática. Através de diálogos e discussões sobre vídeos, documentários, revistas e jornais, possibilitando a emancipação reflexiva/autônoma em relação aos conteúdos midiáticos, dando significado próprio, conforme suas estruturas de recepção.
Ok, recebido
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ResponderExcluirEscola Estadual de Ensino Médio Dr. Hildebrando Westphalen
Componentes: Isadora Daltrozo Torres
Série: 3º Turma: 1
Professor: Niki
Disciplina: Educação Fisica
Educação física e Mídia.
Na atualidade, os meios de comunicação fazem cada vez mais parte do cotidiano de todas as pessoas. Estamos sempre em meio a um turbilhão de informações, imagens, notícias, publicações, artigos de opinião, entre outros.
Não poderia ser diferente no aspecto que trata da Educação Física, os esportes são altamente divulgados na mídia, porém, em grande parte, à um restrito grupo de pessoas interessadas. Há uma infinidade de programas de televisão, rádio, páginas na internet e campanhas, que divulgam desde pequenos campeonatos e atividades escolares, até competições de nível internacional.
Neste caso, há uma grande mobilização por parte da mídia, no serviço e divulgar a atividade, e manter a população informada quanto aos resultados de seu time, equipe ou país, em toda e qualquer prova.
Podemos perceber como a mídia se relaciona com as práticas desportivas, levando em conta eventos como a Copa do Mundo; em 2014 ela será realizada no Brasil, e desde que o local ficou decidido, a imprensa brasileira investiu alto em divulgar as atividades, e diversas empresas se jogaram em uma corrida para conseguir mais publicidade com o evento.
A interação ente o público torcedor, e os atletas que participam da competição, se reforça através do serviço da mídia, é estabelecida uma conexão maior, que leva para frente a vontade de torcer que existe em cada espectador, e também motiva os competidores a darem o melhor de si.
Muitas vezes, os profissionais que trabalham com o ensino negligenciam a forte influência que a mídia pode exercer. Na área de Educação Física, esse poder é mais acentuado, pois os esportes foram transformados em grandes espetáculos; os clubes e selecionados, em grandes marcas; e os atletas, em “estrelas” com alto potencial para a venda de produtos esportivos. Um exemplo típico é o número de empresas que procuram fazer sua publicidade através de atletas de renome.
Entrevistar um ídolo esportivo também pode se tornar uma tarefa complicada para o profissional da comunicação, apesar de o fundamental ser descobrir um pouco mais sobre seus métodos de treino, sobre seus projetos dentro do esporte, e demais detalhes sobre a carreira, o status de celebridade acarreta além de uma expectativa de perfeição estética, uma curiosidade popular sobre a vida pessoal daqueles que em geral, precisam estar além de preparados fisicamente, preparados emocionalmente e extremamente concentrados antes de encarar uma competição.
Com a existência de casos tão variados, o professor não deve ignorar a constante influência que a mídia exerce sobre os alunos. A melhor forma de trabalhá-la é conduzir o estudante, através do debate, a entender que a mídia lança modismos que nem sempre devem ser incorporados pelo repertório dos educandos e que a concepção estética é baseada na auto-estima, ou seja, o conceito de beleza depende mais do autoconhecimento e da aceitação de si mesmo do que de medidas definidas pelos meios de comunicação.
Ok, recebido
ExcluirEscola Estadual de Ensino Médio Dr. Hildebrando Westphalen
ResponderExcluirAluna: Leticia Silva de Souza Série: 3º Turma: 1
Professora: Niki - Educação Física
Introdução: Este trabalho falará sobre a influência que a mídia vem tendo na educação física e no esporte em geral.
Educação física e mídia: A mídia vem cada vez mais forte em relação à educação física, cada dia que passa com novas propostas de marketing que influenciam de uma maneira ou outra e acaba ligando o ser humano com o mundo do esporte, mesmo ele não se envolvendo tanto, pois a todo o momento está visualizando as propagandas que são feitas.
Existem pessoas que passam a consumir certos produtos não por sua qualidade, mas, sim, pela falsa impressão de que ela é fundamental para o sucesso de algum atleta conhecido na mídia.
Os esportes foram transformados em grandes espetáculos; os clubes e selecionados, em grandes marcas; e os atletas, em “estrelas” com alto potencial para a venda de produtos esportivos. Um exemplo típico é o número de empresas que procuram fazer sua publicidade através dos jogadores de futebol, voleibol, basquetebol, etc., de acordo com a popularidade que esses esportes tem nos diferentes países em que são praticados.
Conclusão: Concluí fazendo esta pesquisa que, o esporte, está sempre presente em nosso dia a dia de uma forma ou outra, trazendo benefícios e influenciando a sociedade a praticá-lo e que a linguagem corporal que a educação física exerce sobre o ser humano é muito forte.
Aprendi também que a mídia participa muito nesta questão, e que, nem sempre ajuda, pois a jogada de marketing pensa em vender o produto - colocando jogadores famosos para fazer a propaganda – e muitas vezes não está preocupada em demonstrar a qualidade.
Dados de identificação
ResponderExcluirEscola Estadual de Ensino Médio Dr. Hildebrando Westphalen
Componentes: Ricardo Fernandes
Série: 3º Turma: 1
Professor: Niki
Disciplina: Educação Fisica
Educação física e Mídia.
Introdução
Nos dias de hoje, a mídia e os meios de comunicação estão inteiramente ligadas a vida das pessoas, a todo momento, somos cercados por inúmeros meios de informar, de imagens, artigos de opinião, notícias, enfim, tudo é postado, compartilhado e noticiado, nas mais diferentes plataformas de comunicação. Isso nos leva a um questionamento: será que isso é diferente em relação a Educação Física? A resposta é claramente um “não”, existem diversos programas de televisão, canais de esportes, sites, blogs e páginas direcionadas exatamente ao meio esportivo, que dão ênfase desde competições de pequeno porte, até campeonatos de destaque internacional.
A mídia atual, preocupa-se também em informar a população a respeito das mais variadas atividades esportivas, e dos resultados de uma infinidade de competições de diferentes modalidades; como não poderia deixar de ser, levando em conta que os esportes podem sim influenciar na cultura e na vida da sociedade.
Certas vezes, os profissionais que trabalham com o ensinam, não dão a devida importância a enorme influência que a mídia vem exercendo sobre os jovens. Na educação física, acentua-se este poder, já que os atletas vem sendo transformados cada vez mais em astros e estrelas, e o esporte, acaba por tornar-se um espetáculo, os clubes se transformam em marcas, e a publicidade é feita com imagem de jogadores populares.
Sabemos que os atletas tem uma rigorosa rotina, e uma dieta extremamente saudável e de acordo com suas necessidades para desenvolver bem suas funções. O corpo de um atleta, é normalmente esculpido com muito cuidado, e anos de um treinamento, orientado por médicos e nutricionistas; entretanto, na visão de algumas pessoas e principalmente de jovens, é uma inspiração, um modelo de corpo bonito que devemos buscar. Justamente neste aspecto, se faz necessário uma profunda reformulação na relação da mídia para com o corpo, e que a Educação Física como área cientifica deve coordenar as discussões pertinentes aos reflexos que o corpo midiático exerce nos sujeitos e como estes se comportam diante dos efeitos causados.
Conclusão:
Sabe-se da necessidade de atualização e de novas propostas que possam desenvolver um trabalho crítico/reflexivo/autônomo em relação aos conteúdos midiáticos. Cabe a Educação Física escolar, integrar os alunos de forma integral, com suas dimensões, físico-motora, sócio-afetiva e cognitiva, para então formar o receptor-sujeito. Retomando a formação cultural esportiva autônoma em relação a mídia. Através de diálogos e discussões sobre vídeos, documentários, revistas e jornais, possibilitando a emancipação reflexiva/autônoma em relação aos conteúdos midiáticos, dando significado próprio, conforme suas estruturas de recepção. Em outras palavras, é função da educação física escolar, formar determinado senso-crítico nos educandos, para que não se deixem influenciar apenas pela mídia, mas saibam aproveitar os benefícios que a prática de esportes trazem a vida de cada um.
Dados de Identificação
ResponderExcluirEscola Estadual de Ensino Médio Dr. Hildebrando Westphalen
Nome: Thais Portela
Série: 3º ano 2
Profª.: Niki
Educação Física e Mídia
Introdução
O presente trabalho irá mostrar como a mídia exerce influência e estipula padrões à sociedade. Assim como, o marketing que gira em torno dos jogadores famosos, das belas mulheres altas e magras, todos em um padrão só, o corpo estereotipado.
O imaginário do corpo esbelto, livre de gordura é imediatamente associado à “boa saúde”, porém muitas vezes não é, e o profissional de Educação Física deve estar sempre atento a isso.
Desenvolvimento
Na área de Educação Física, os esportes estão sendo devidamente transformados em algo grandioso, assim como os atletas, em astros, que podem gerar enormes lucros com a venda de produtos direcionados ao esporte, e, também, os clubes em marcas famosas. É em virtude disso que as pessoas associam os ídolos a determinadas marcas. Assim, passam a consumir certos produtos não por sua qualidade, mas, sim, pela falsa impressão de que ela é fundamental para o sucesso do atleta.
Um exemplo de Marketing é o criado em torno do jogador Ronaldo. O “fenômeno”, como é chamado o jogador, não se refere somente à sua excelência em campo, mas à sua capacidade de aumentar as vendas do produto que anuncia: de bebidas lácteas à cerveja e de artigos esportivos à roupas clássicas. Há de se destacar que as chuteiras feitas de couro de canguru usadas pelo jogador, que pesam poucos gramas, têm um preço muito acima das chuteiras comuns, mas, mesmo assim, são um sucesso de vendas. Nada comprova que elas sejam responsáveis pelo bom futebol praticado por Ronaldo e muito menos que elas possam fazer alguém jogar melhor.
O corpo esteticamente perfeito, mostrado na mídia, influencia na busca de um corpo estereotipado, e para obtê-lo, qualquer comportamento e atitude ética ou não, é aceita: horas na academia, massagens, remédios para emagrecimento, anabolizantes para o aumento de massa muscular, aceleradores metabólicos, suplementos sem uma orientação adequada, cirurgias estéticas, etc.
O profissional de educação física como profissional inserido na área da saúde, deve participar de programas de promoção da saúde, pois como um profissional dessa área, assume-se o papel de prevenção de diferentes doenças e, muitas vezes, visto como exemplo ou modelo para seus alunos. Tem-se, então, um ideal de que corpos perfeitos, belos, sem gordura necessariamente signifiquem saúde e consequentemente, os profissionais da educação física são os responsáveis por conceber esse estereótipo nos corpos dos alunos e principalmente nos seus próprios corpos. O ideal é pedir a um profissional de educação física a orientação necessária e criar uma rotina de exercícios e esportes, que irão possibilitar uma vida muito mais saudável.
Conclusão
Conclui-se assim, que a população tem seguido demais as “regras” estipuladas pela mídia, que os corpos perfeitos reproduzidos por ela, nem sempre são tão perfeitos assim. . Portanto, a pessoa deve aceitar-se antes de tudo e não colocar na própria mente o pensamento de que deve ter o corpo esbelto e belo que vê na internet ou na televisão. E o professor de educação física deve estar sempre atento a todo esse mundo estético que a mídia criou, pois o uso de anabolizantes, remédios para o emagrecimento, entre outros, podem apresentar muitos riscos e prejudicar a saúde.
Ok, recebido
ExcluirEscola Estadual de Ensino Médio Dr. Hildebrando Westphalen
ResponderExcluirNome: Dener Garcês
Serie: 3º ano 2
Professor: Niki
Educação Física e Mídia
Introdução
A mídia tem exercido uma forte influência sob a sociedade, impondo padrões de corpos belos por meio de revistas ou televisão. A Educação Física deve entender tudo isso, levando para a população mais atividades físicas para a melhora da saúde, tirando do imaginário das pessoas a estética forçada que a mídia oferece.
A mídia e, especialmente, a televisão, tem um enorme poder de influência sobre a educação física. A tomada de decisão sobre a prática de atividades físicas pode ser influenciada pelos modismos que a mídia têm mostrado, e não por uma necessidade consciente de buscar um estilo de vida mais ativo e mais saudável. Já para a parte da população que, por vários motivos, não adere a esse movimento de busca da saúde por meio de exercícios, os meios de comunicação têm outro tipo de apelo, com um marketing que apresenta várias formas para adquirir um corpo bonito e saudável.
Basta pegarmos algumas revistas sobre a prática de atividades físicas e logo encontramos em suas capas receitas milagrosas, como: “perca 5 kg por semana sem esforço” ou “reduza 5 cm de cintura comendo de tudo e sem se esforçar”. Algumas empresas, também, utilizam a imagem de ídolos esportivos com a intenção de dar mais credibilidade a seu produto. Esses atletas são representações de um mito, ou seja, são utilizados como “modelo” de corpo perfeito e de sucesso, vinculando-se o produto apresentado à sua imagem.
Assim, é dever do profissional de educação física entender a constante influência que a mídia exerce sobre os jovens, principalmente. A melhor forma de trabalhá-la é conduzir o estudante, através do debate, a entender que a mídia lança modismos que nem sempre devem ser incorporados e que a concepção estética é baseada na auto-estima, ou seja, o conceito de beleza depende mais do auto-conhecimento e da aceitação de si mesmo do que de medidas definidas pelos meios de comunicação. Contudo, o professor deve salientar sempre à seus alunos, o quão importante são as atividades físicas para a busca de mais qualidade de vida e não pela estética do corpo perfeito, estereotipado pelas mídias.
Conclusão
As mídias estão fixando um determinado modelo corporal e seus sentidos, impondo padrões à sociedade e fazendo com que esta busque o que for preciso para que a estética esteja favorável, não levando em consideração sua saúde, muitas vezes por pura influência da mídia. Porém o correto é procurar por um bom profissional da área da educação física, pois esse sim irá orientar e desenvolver métodos eficientes e que melhorem a qualidade de vida das pessoas.
Ok, recebido
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ResponderExcluirDADOS DE IDENTIFICAÇÃO
ResponderExcluirEscola Estadual de Ensino Médio Dr. Hildebrando Westphalen
Nome: Samara da Silva Manduré
Serie: 3º Turma:1
Professor: Niki
Disciplina:Educação Física
Educação Física e Mídia
Introdução:
As crianças e adolescentes cada vez mais, tomam contato com os conteúdos da cultura corporal de movimento como telespectadores e não praticantes.
Particularmente no campo esportivo,
o esporte telespetáculo é o novo modelo de socialização.
Se nas gerações mais velhas a assistência pela televisão
não substituia a prática do futebol, por exemplo, nas
ruas e terrenos baldios, com predominância do caráter lúdico,
nas novas gerações, que já nasceram com a televisão em
casa e convivem com a ascensão do esporte telespetáculo,
a assistência tende a substituir ou anteceder a prática.
Muitas vezes, os profissionais que trabalham com o ensino negligenciam a forte influência que a mídia pode exercer no educando por meio de contínuos e variados modismos. Na área de Educação Física, esse poder é mais acentuado, pois os esportes foram transformados em grandes espetáculos; os clubes em grandes marcas; e os atletas, em “estrelas” com alto potencial para a venda de produtos esportivos. Um exemplo típico é o número de empresas que procuram fazer sua publicidade através dos jogadores de futebol, voleibol, basquetebol, etc., de acordo com a popularidade que esses esportes têm nos diferentes países em que são praticados.É em virtude disso que as pessoas associam os ídolos a determinadas marcas. Assim, passam a consumir certos produtos não por sua qualidade, mas, sim, pela falsa impressão de que ela é fundamental para o sucesso do atleta.Além dos esportes, a própria concepção de estética é construída com base nos meios de comunicação.
Com a existência de casos tão variados, o professor não deve ignorar a constante influência que a mídia exerce sobre os alunos. A melhor forma de trabalhá-la é conduzir o estudante, através do debate, a entender que a mídia lança modismos que nem sempre devem ser incorporados pelo repertório dos educandos e que a concepção estética é baseada na auto-estima, ou seja, o conceito de beleza depende mais do autoconhecimento e da aceitação de si mesmo do que de medidas definidas pelos meios de comunicação.
CONCLUSÃO:
A mídia está cada vez mais presente em nossa vida e influencia também na educação física.São duas coisas que podem ser trabalhadas em conjunto,a educação física traz realidade de coisas que a mídia nos faz achar que é real,mas não é.A mídia tenta nos impor um padrão que é estipulado por ela.
Ok, recebido
ExcluirEsporte e lazer
ResponderExcluirIgor Tessari
2º3
Diretos ao Esporte e ao Lazer: Papel do Município. Dados de Identificação Igor Tessari 2º 3 Introdução Esporte e lazer são direitos fundamentais para a garantia do desenvolvimento social. A partir da Constituição de 1988, o lazer passou a ser direito social de todos os cidadãos brasileiros. Isso é assegurado também, praticamente, em todas as constituições estaduais e leis orgânicas de municípios de nosso país. Desenvolvimento O Esporte e Lazer são direitos sociais preditos na Constituição desde 1988, bem como, a educação, a saúde e entre outros. O direito de ingresso às práticas esportivas e de lazer precisa ser garantido em todos os campos da federação, seja federal, estadual ou municipal. A Constituição de 1988 afirma que “é dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não formais, como direito de cada um, e incentivando o lazer, como forma de promoção social.”. Além da Constituição de 1988, outros documentos constituem ordem fazendo menção ao esporte e lazer enquanto direito do cidadão, estes fazem que com haja uma interlocução entre o poder publico e população, buscando uma administração democrática. Através do Estatuto da Cidade, Lei nº 10.257, Art. 2 º, parágrafos I e II, podemos identificar o desempenho da política urbana e seu alvo de ordenar todo desenvolvimento das funções sociais da cidade e do domínio urbano. Outro documento que estabelece decretos fazendo referência ao esporte e lazer é o Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei nº 8.069, Art.4º, sobressaltando o papel da família, do poder público e toda sociedade em geral para a concretização dos mesmos.
Os estudos e debates referentes às políticas públicas de esporte e lazer ainda são poucos no cenário nacional, porém tem se declarado de maneira crescente no alcance em que há um aumento da reivindicação por parte da população, bem como pelo interesse daqueles que compreendem o esporte e lazer como direito social e conhecem a importância do trabalho.
Concluímos que praticar esporte e lazer é um direito de todo cidadão, para que seja integrado a sociedade.
Ok, recebido
ExcluirDados de Identificação
ResponderExcluirE. E. E. M. Dr. Hildebrando Westphalen
Nome: Patrick Santos
Série: 3º1
Professor: Rosenei Nikitits
Assunto: Educação Física e Mídia
A Educação Física na mídia
Nos últimos tempos, a mídia tem auxiliado na divulgação da Educação Física, mostrando em publicações frequentes a importância da prática de atividades físicas orientados por um profissional, ou seja, o Professor de Educação Física.
Ultimamente, a ênfase da mídia em relação a exercícios físicos tem sido constante, pois através de reportagens, podemos perceber que a atividade física está aí, para nos ajudar, e através de jornais, revistas, televisão, rádio, enfim,fica mais fácil a transmissão para um público de todas as idades. Mas, vale lembrar que sem o educador pouco se pode fazer, pois ele está presente exatamente para nos orientar a fazer um exercício bem feito, e sem riscos à saúde.
“Hoje, a Educação Física é uma profissão regulamentada da área da Saúde. A atividade física é considerada na verdade como um remédio”. Explica o profissional da área. Então qualquer pessoa que vá começar a praticar atividades físicas visando o bem-estar, deveria passar por uma avaliação médica, antes de tudo. E, logo após encontrar um profissional para orientar devidamente nos exercícios, beneficiando assim, a saúde, a invés de causar prejuízos.
Por fim, é essencial a prática de exercícios, sejam elas orientadas ou dinamizadas por especialistas no assunto de Educação Física. E, a mídia está aí, beneficiando constantemente o lado da atividade física, conseguindo assim, menos obesos, e mais saúde transmitidas facilmente à todos.
Ok, recebido
ExcluirE.E.E.M Dr. Hildebrando Westphalen
ResponderExcluirUNIDADE – CRUZ ALTA- RS
Dhyonathan Dhyovani Dias Gomes
Turma: 3º1
Prof. Rosenei Nikititz Lopes
Educação Física
CRUZ ALTA - RS, 2013.
Introdução
O trabalho irá falar sobre a perspectiva das manifestações culturais da Educação física e marcadores culturais, como raça gênero, sexo, etnia, educação física e mídia, participação e organização da comunidade nas políticas publicas de esporte e lazer.
- Educação física e mídia
Muitas vezes, os profissionais que trabalham com o ensino negligenciam a forte influência que a mídia pode exercer no educando por meio de contínuos e variados modismos. Na área de Educação Física, esse poder é mais acentuado, pois os esportes foram transformados em grandes espetáculos; os clubes e selecionados, em grandes marcas; e os atletas, em “estrelas” com alto potencial para a venda de produtos esportivos. Um exemplo típico é o número de empresas que procuram fazer sua publicidade através dos jogadores de futebol, voleibol, basquetebol, etc., de acordo com a popularidade que esses esportes têm-nos diferentes países em que são praticados.
- Participação e organização da comunidade nas políticas publicas de esporte e lazer.
Políticas públicas de esporte e lazer no Brasil. Talvez não haja
hoje um tema, dentro do campo científico/acadêmico da Educação
Física, tão em voga quanto esse. Isso porque completou-se um ciclo
político de oito anos de existência do Ministério do Esporte, e nesse
período foram várias as ações desse órgão que motivaram o olhar
dos pesquisadores, seja através da criação de uma Rede que apóia
diretamente esse lócus de pesquisa, pela implementação de políticas
públicas ditas inovadoras, pela possibilidade dada de participação
Conclusão:
Concluo que o papel da educação física na vida do praticante vai muito mais além do fator físico englobando fatores sociais e mentais e que o mais importante de tudo é buscar a satisfação na pratica dos exercícios de modo que o mesmo se torne algo que fique no cotidiano melhorando assim a qualidade de vida do praticante.
Ok, recebido
ExcluirE.E.E.M.Dr.Hildebrando Westphalen
ResponderExcluirEducação Física
Luiza de Paula Ghisleni
3º1
Cruz Alta, 19 de novembro de 2013.
Educação física e Mídia
Na área de Educação Física,o poder que a mídia exerce sobre o jovem é mais acentuado, pois os esportes foram transformados em grandes espetáculos; os clubes e selecionados, em grandes marcas; e os atletas, em “estrelas” com alto potencial para a venda de produtos esportivos. Um exemplo típico é o número de empresas que procuram fazer sua publicidade através dos jogadores de futebol, voleibol, basquetebol, etc., de acordo com a popularidade que esses esportes têm nos diferentes países em que são praticados.
Além dos esportes, a própria concepção de estética é construída com base nos meios de comunicação. Os atores, atrizes e outras personalidades de programas como novelas, jornais, seriados, de auditório, entre outros, mostram um perfil que não condiz com o da maioria da população. As pessoas exibidas pelos meios de comunicação são magras, altas e belas. Uma pesquisa constatou que a estatura média dos atores de novela é 1,88 m para homens e 1,76 m para mulheres, enquanto a média da população brasileira não ultrapassa 1,70 m e 1,60 m respectivamente. O contraste é muito grande e afeta diretamente a relação que o jovem tem com o próprio corpo. É só pensar nos meninos que praticam voleibol e que, aos 15 anos de idade, mesmo com 1,80 m, são rejeitados nas “peneiradas” dos grandes clubes brasileiros porque a altura mínima exigida é de 1,85 m. Esses jovens passam a se considerar baixos, apesar de se encontrarem muito acima da média da população.
Com a existência de casos tão variados, não podemos ignorar a constante influência que a mídia exerce sobre os jovens. A melhor forma de trabalhá-la é conduzir conduzi-lo , através do debate, a entender que a mídia lança modismos que nem sempre devem ser incorporados e que a concepção estética é baseada na auto-estima, ou seja, o conceito de beleza depende mais do autoconhecimento e da aceitação de si mesmo do que de medidas definidas pelos meios de comunicação.
ok recebido
ExcluirDados de identificação
ResponderExcluirEscola Estadual de Ensino Médio Dr. Hildebrando Westphalen
Componentes: Walter Diehl Güntzel
Série: 3º Turma: 1
Profª: Niki
Disciplina: Educação Fisica
Data de entrega: 21/11/13
Introdução
Este trabalho falará sobre a influência de que a midia impõe sobre a ed.fisica e nos esporetes e geral.
Educação física e mídia
Muitas vezes, os profissionais que trabalham com o ensino negligenciam a forte influência que a mídia pode exercer no educando por meio de contínuos e variados modismos. Na área de Educação Física, esse poder é mais acentuado, pois os esportes foram transformados em grandes espetáculos; os clubes e selecionados, em grandes marcas; e os atletas, em “estrelas” com alto potencial para a venda de produtos esportivos. Um exemplo típico é o número de empresas que procuram fazer sua publicidade através dos jogadores de futebol, voleibol, basquetebol, etc., de acordo com a popularidade que esses esportes têm nos diferentes países em que são praticados.
Além dos esportes, a própria concepção de estética é construída com base nos meios de comunicação. Os atores, atrizes e outras personalidades de programas como novelas, jornais, seriados, de auditório, entre outros, mostram um perfil que não condiz com o da maioria da população. As pessoas exibidas pelos meios de comunicação são magras, altas e belas. Uma pesquisa constatou que a estatura média dos atores de novela é 1,88 m para homens e 1,76 m para mulheres, enquanto a média da população brasileira não ultrapassa 1,70 m e 1,60 m respectivamente. O contraste é muito grande e afeta diretamente a relação que o aluno tem com o próprio corpo. É só pensar nos meninos que praticam voleibol e que, aos 15 anos de idade, mesmo com 1,80 m, são rejeitados nas “peneiradas” dos grandes clubes brasileiros porque a altura mínima exigida é de 1,85 m. Esses jovens passam a se considerar baixos, apesar de se encontrarem muito acima da média da população.
Com a existência de casos tão variados, o professor não deve ignorar a constante influência que a mídia exerce sobre os alunos. A melhor forma de trabalhá-la é conduzir o estudante, através do debate, a entender que a mídia lança modismos que nem sempre devem ser incorporados pelo repertório dos educandos e que a concepção estética é baseada na auto-estima, ou seja, o conceito de beleza depende mais do autoconhecimento e da aceitação de si mesmo do que de medidas definidas pelos meios de comunicação.
Conclusão
A mídia traz grande grande influência a educação Física, boa e ruim, traz patrocínio de grandes marcas no esporte. Empresa querem melhor divulçao de seus produtos, sendo investindo em atletas e eventos, assim incentivando cada vez mais o esporte. Mas tambem traz um padrao de estetica, que a maioria das pessoas não possuem e de que tornam as pessoas inseguras quanto ao seu perfil e papel dentro do esporte.
ok recebido
ExcluirDados de identificação
ResponderExcluirEscola Estadual de Ensino Médio Dr. Hildebrando Westphalen
Componentes: Tuane Feil
Série: 3º Turma: 1
Profª: Niki
Disciplina: Educação Fisica
Educação física e mídia
Muitas vezes, os profissionais que trabalham com o ensino negligenciam a forte influência que a mídia pode exercer no educando por meio de contínuos e variados modismos. Na área de Educação Física esse poder é mais acentuado, pois os esportes foram transformados em grandes espetáculos; os clubes e selecionados, em grandes marcas e os atletas, em “estrelas” com alto potencial para a venda de produtos esportivos. Um exemplo típico é o número de empresas que procuram fazer sua publicidade através dos jogadores de futebol, voleibol, basquetebol, etc., de acordo com a popularidade que esses esportes têm-nos diferentes países em que são praticados.
É em virtude disso que as pessoas associam os ídolos a determinadas marcas. Assim, passam a consumir certos produtos não por sua qualidade, mas, sim, pela falsa impressão de que ela é fundamental para o sucesso do atleta. Esportistas de destaque, como Ronaldinho, Rivaldo, Giba, Gustavo Borges, Oscar, Paula, Hortência, Ayrton Senna e Guga já eram talentosos antes de assinarem contratos milionários com empresas de grande porte. Por sinal, os equipamentos com tecnologia de ponta usados pelos atletas profissionais trazem uma sutil melhora de performance, interferindo apenas nos resultados de competições de alto nível — como os campeonatos mundiais, Olimpíadas, ligas, etc. — e são insignificantes para o praticante amador. Exemplo disso foi o lançamento de uma bicicleta aparelhada com todos os equipamentos necessários para a realização de acrobacias. A propaganda desse produto mostrava um dos atletas de renome mundial fazendo várias peripécias com muita facilidade. Milhares de bicicletas foram vendidas, mas as crianças e jovens que as compraram acabaram frustrando-se, pois a dificuldade para realizar as manobras era muito grande, ao contrário do que era enfatizado na propaganda. Outro exemplo foi o marketing criado em torno do jogador Ronaldinho. O cognome “fenômeno”, como é chamado o jogador, não se refere somente à sua excelência em campo, mas à sua capacidade de aumentar as vendas do produto que anuncia: de bebidas lácteas a cerveja e de artigos esportivos a roupas clássicas. Há que se destacar que as chuteiras feitas de couro de canguru usadas pelo jogador, que pesam poucos gramas, têm um preço muito acima das chuteiras comuns, mas, mesmo assim, são um sucesso de vendas. Nada comprova que elas sejam responsáveis pelo bom futebol praticado por Ronaldinho e muito menos que elas possam fazer alguém jogar melhor.
Além dos esportes a própria concepção de estética é construída com base nos meios de comunicação. Os atores, atrizes e outras personalidades de programas como novelas, jornais, seriados, de auditório, entre outros, mostram um perfil que não condiz com o da maioria da população. As pessoas exibidas pelos meios de comunicação são magras, altas e belas. Uma pesquisa constatou que a estatura média dos atores de novela é 1,88 m para homens e 1,76 m para mulheres, enquanto a média da população brasileira não ultrapassa 1,70 m e 1,60 m respectivamente. O contraste é muito grande e afeta diretamente a relação que o aluno tem com o próprio corpo. É só pensar nos meninos que praticam voleibol e que, aos 15 anos de idade, mesmo com 1,80 m, são rejeitados nas “peneiradas” dos grandes clubes brasileiros porque a altura mínima exigida é de 1,85 m. Esses jovens passam a se considerar baixos, apesar de se encontrarem muito acima da média da população.
Ok recebido
ExcluirAluno: João Domingos
ResponderExcluirProfessora: Niki
Matéria: Educação Física
Série: 3º ano
Turno: manhã
EDUCAÇÃO FÍSICA E A MÍDIA
Vivemos num mundo bombardeado de informações, onde a cada momento, milhares de imagens, palavras e sons produzidos pelas mídias integram-se no nosso dia a dia. A influência que a mídia exerce sobre os saberes dos jovens, obriga a escola buscar novas estratégias e novos olhares para tal prática, atendendo as demandas futuras, tendo de crescer em número e em complexidade.
A mídia, distribui imagens e linguagens, construindo sistematicamente o imaginário de muitos jovens, por oferecer significações através de mitos, símbolos e representações, estereotipando valores, normas e modelos de comportamento socialmente dominante. Considerando que "muitas dessas informações possuem apenas a forma do espetáculo e do entreterimento , distante de preocupações educativas formais" . A TV impõe um novo imaginário, fornecendo apenas indícios vivenciados através de emoções interpostas. A indústria cultural, termo utilizado pelos autores, impede a formação de indivíduos autônomos incapazes de refletir conscientemente sobre suas escolhas. ATV, cria instrumentos para posição da criança como consumidora , numa contemplação passiva , estabelecendo valores ideológicos e culturais.
Um posicionamento crítico diante os conteúdos midiáticos torna-se necessário, porém não devemos ignorar o grande potencial de abstração que a mídia fornece a criança. Portanto um equilíbrio entre "frente e verso" deve ser agregado como instrumento de trabalho para o cotidiano escolar, educando para mídia com a mídia.
O conceito de educação para as mídias está longe de alcançar unanimidade entre os especialistas. T definições explicam-se pela necessidade de integração, não somente no campo pedagógico, mas, sobretudo como um novo objeto de estudo. Tornando-se necessária a integração aos processos educativos o uso das novas tecnologias de informação e comunicação..
Assim, a mídia esportiva torna-se conteúdo da educação física escolar, a qual deve tematizar o conteúdo, contextualizando, criticando e avaliando os meios e instrumentos da mídia esportiva e seu impacto no ser humano, a fim de formar o receptor sujeito e, conseqüentemente, o cidadão crítico.
Freqüentemente, comentários e dúvidas sobre novas práticas esportivas e corporais, surgem nas aulas de Educação Física. Tais dúvidas se dão, ao grande espaço ocupado pela mídia no cotidiano de jovens, adultos e crianças. Permitindo considerar o grande poder de influência crescente que a mídia exerce sobre a cultura corporal de movimento. Tendo como destaque a televisão, por transmitir inúmeras informações sobre a cultura corporal de movimento, apresentados repetidamente em comerciais de tv, programas esportivos e transmissões constantes de jogos. Discutindo regras, valores, táticas, técnicas, aptidão física, modelos e padrões corporais, aspectos históricos, entre outros assuntos.
CONCLUSÃO
Portanto, é preciso considerar que a mídia oferece num primeiro momento um grande quebra cabeças sem estrutura lógica aparente, composto de informações desconexas, em geral descontextualizadas e recebidas individualmente Privilegiando um espetáculo de sons e imagens, distanciando das preocupações educativas escolares.
Cabendo a Educação Física escolar, com pleno conhecimento sobre a cultural corporal de movimento, objetivar a integração do educando, concebido como uma totalidade humana, com suas dimensões, físico-motora, sócio-afetiva e cognitiva, na busca de formar o receptor-sujeito. Promovendo a retomada de uma formação cultural esportiva autônoma em relação a industria midiática. Através de diálogos e discussões sobre vídeos,
REFERÊNCIAS
Educação Física e Midia. Disponível em: http://cev.org.br/biblioteca/educacao-fisica-escolar-midia-reflexao-formacao-receptor-sujeito. Acessado em: 20/11/2013.
Ok recebido
ExcluirDados de identificação
ResponderExcluirEscola Estadual de Ensino Médio Dr. Hildebrando Westphalen
Nome :Tamara Souza
Série: 3º Turma: 1
Profª: Niki
Disciplina: Educação Física
Educação Física e Mídia
Muitas vezes, os profissionais que trabalham com o ensino negligenciam a forte influência que a mídia pode exercer no educando por meio de contínuos e variados modismos. Na área de Educação Física esse poder é mais acentuado, pois os esportes foram transformados em grandes espetáculos; os clubes e selecionados, em grandes marcas e os atletas, em “estrelas” com alto potencial para a venda de produtos esportivos. Um exemplo típico é o número de empresas que procuram fazer sua publicidade através dos jogadores de futebol, voleibol, basquetebol, etc., de acordo com a popularidade que esses esportes tem nos diferentes países em que são praticados.
É em virtude disso que as pessoas associam os ídolos a determinadas marcas Assim passam a consumir certos produtos não por sua qualidade, mas, sim, pela falsa impressão de que ela é fundamental para o sucesso do atleta. Esportistas de destaque, como Ronaldinho, Rivaldo, Giba, Gustavo Borges, Oscar, Paula, Hortência, Ayrton Senna e Guga já eram talentosos antes de assinarem contratos milionários com empresas de grande porte. Por sinal, os equipamentos com tecnologia de ponta usados pelos atletas profissionais trazem uma sutil melhora de performance, interferindo apenas nos resultados de competições de alto nível — como os campeonatos mundiais, Olimpíadas, ligas, etc. — e são insignificantes para o praticante amador. Exemplo disso foi o lançamento de uma bicicleta aparelhada com todos os equipamentos necessários para a realização de acrobacias. A propaganda desse produto mostrava um dos atletas de renome mundial fazendo várias peripécias com muita facilidade. Milhares de bicicletas foram vendidas, mas as crianças e jovens que as compraram acabaram frustrando-se, pois a dificuldade para realizar as manobras era muito grande, ao contrário do que era enfatizado na propaganda. Outro exemplo foi o marketing criado em torno do jogador Ronaldinho. O cognome “fenômeno”, como é chamado o jogador, não se refere somente à sua excelência em campo, mas à sua capacidade de aumentar as vendas do produto que anuncia: de bebidas lácteas a cerveja e de artigos esportivos a roupas clássicas. Há que se destacar que as chuteiras feitas de couro de canguru usadas pelo jogador, que pesam poucos gramas, têm um preço muito acima das chuteiras comuns, mas, mesmo assim, são um sucesso de vendas. Nada comprova que elas sejam responsáveis pelo bom futebol praticado por Ronaldinho e muito menos que elas possam fazer alguém jogar melhor.
Além dos esportes, a própria concepção de estética é construída com base nos meios de comunicação Os atores, atrizes e outras personalidades de programas como novelas, jornais, seriados, de auditório, entre outros, mostram um perfil que não condiz com o da maioria da população. As pessoas exibidas pelos meios de comunicação são magras, altas e bela
Com a existência de casos tão variados, o professor não deve ignorar a constante influência que a mídia exerce sobre os alunos. A melhor forma de trabalhá-la é conduzir o estudante, através do debate, a entender que a mídia lança modismos que nem sempre devem ser incorporados pelo repertório dos educandos e que a concepção estética é baseada na auto-estima, ou seja, o conceito de beleza depende mais do autoconhecimento e da aceitação de si mesmo do que de medidas definidas pelos meios de comunicação.